A FORBES, no final do ano
passado, publicou um interessante artigo denominado de “The 10 Skills That Will
Get You Hired In 2013”. Sem querer maçá-lo com a lista exaustiva dessas
aptidões (que poderá consultar neste link: Forbes) refiro apenas as primeiras
quatro:
1º lugar: Critical Thinking (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
1º lugar: Critical Thinking (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
Segundo a
Forbes, trata-se da habilidade de “fazer uso da lógica e da razão para
identificar os pontos fortes e fracos de soluções alternativas para a resolução
de problemas”.
2º lugar: Resolução de Problemas Complexos (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
2º lugar: Resolução de Problemas Complexos (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
Segundo a
Forbes, trata-se da habilidade de “identificar problemas complexos, revendo a
informação relacionada, para desenvolver e avaliar opções e implementar
soluções”.
3º lugar: Avaliação e Formulação de Decisão (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
3º lugar: Avaliação e Formulação de Decisão (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
Segundo a
Forbes, trata-se da habilidade de “ponderar os custos e benefícios de acções
alternativas possíveis para escolher a mais adequada.”
4º lugar: Escuta Activa (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
4º lugar: Escuta Activa (requisito procurado em 90% dos profissionais mais recrutados)
Segundo a
Forbes, trata-se da habilidade de “prestar total atenção ao que o outro está a
dizer, dando-se tempo para entender o seu ponto de vista, fazendo perguntas de
forma apropriada e sem interromper o interlocutor.”
Num sentido mais lato, as três primeiras habilidades procuradas encontram-se no interior da área do Critical Thinking, ou seja, na habilidade de utilizar, de forma efectiva, um processo de pensamento coerente e racional que recolhe, trata e analisa a informação de maneira a: permitir definir prioridades; resolver problemas; formular e articular decisões, bem como, a forma mais adequada de as implementar; explorar oportunidades.
Para quem connosco percorreu a reflexão sobre a “Empresa que pensa”, percebe que as organizações Norte Americanas estão a procurar profissionais que as ajudem a melhorar o diálogo organizativo e apresentem competências reflexivas individuais críticas. No entanto, estas competências não são apenas importantes na selecção de novos colaboradores, mas como vimos, precisam de se tornar competências organizativas, suportadas por processos de pensamento crítico da organização, incorporando a cultura desta, de forma a tornarem-se factores essenciais para a realização da estratégia e dos objectivos dela decorrentes.
E em Portugal quais são as competências/habilidades mais procuradas?
Que reflexão podemos fazer, com base nisso, sobre as nossas organizações e as suas lideranças?
Que organizações estamos a construir?
Que futuro?
Num sentido mais lato, as três primeiras habilidades procuradas encontram-se no interior da área do Critical Thinking, ou seja, na habilidade de utilizar, de forma efectiva, um processo de pensamento coerente e racional que recolhe, trata e analisa a informação de maneira a: permitir definir prioridades; resolver problemas; formular e articular decisões, bem como, a forma mais adequada de as implementar; explorar oportunidades.
Para quem connosco percorreu a reflexão sobre a “Empresa que pensa”, percebe que as organizações Norte Americanas estão a procurar profissionais que as ajudem a melhorar o diálogo organizativo e apresentem competências reflexivas individuais críticas. No entanto, estas competências não são apenas importantes na selecção de novos colaboradores, mas como vimos, precisam de se tornar competências organizativas, suportadas por processos de pensamento crítico da organização, incorporando a cultura desta, de forma a tornarem-se factores essenciais para a realização da estratégia e dos objectivos dela decorrentes.
E em Portugal quais são as competências/habilidades mais procuradas?
Que reflexão podemos fazer, com base nisso, sobre as nossas organizações e as suas lideranças?
Que organizações estamos a construir?
Que futuro?

Sem comentários:
Enviar um comentário